quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O frio volta a castigar parte do Sudeste do Brasil


A partir de hoje (08/10) a chegada de uma nova frente fria com características polares provocará declínio significativo das temperaturas sobre o centro-leste do Estado de São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul e centro-leste do Estado de Minas Gerais, no Espírito Santo e no sul do Estado da Bahia. Durante os próximos dias, pelo menos até sexta-feira (10/10), o ar frio e úmido deverá ficar estacionário em boa parte da faixa leste do Sudeste do Brasil. O amplo e abrangente anticiclone pósfrontal ficará determinando o tempo sobre esta área durante os próximos dias. As temperaturas máximas não deverão quinta-freira (09/10)


ultrapassar os 20C sobre o cone leste
de São Paulo, no Rio de Janeiro, e no sul de Minas. Já no Espírito Santo e no centro-nordeste de Minas Gerais esses valores, esses valores serão inferiores aos 24C. Devido à elevada umidade do ar trazida pelos ventos marítimos emitidos pelo anticilone, o céu deverá ficar nublado e por vezes encoberto, provocando um sensação térmica ainda mais baixa.
As Figuras anexas mostram o anticiclone pósfrontal bem metido sobre a faixa leste do Sudeste, previsto para quinta e sexta-feira.


Sexta-feira (10/10)

Na primavera é comum que o tempo fique alternando entre períodos quentes e frios, devido a que é uma estação de trancisão. Ainda temos alguns sistemas frontais típicos do inverno que conseguem penetrar sobre o Sudeste do Brasil e provocar quedas significativas nas temperaturas. Por outro lado, a forte radiação solar que chega sobre esta Região é muito significativa e faz com que as temperaturas máximas atinjam valores extremos no caso de haver pouca nebulosidade. Por isso, quando os sistemas frontais se afastam do continente, o sol volta a predominar e as temperaturas sobem rapidadmente.
Esta características de tempo alternante poderá persistir pelo menos até o mês de novembro, aproximadamente. Depois desta data, as frentes frias deixam de chegar com frequência sobre o Sudeste e começa a predominar o aquecimento radiativo diurno, que combinado com o elevado conteúdo de umidade do ar, provoca as pancadas de chuva típicas de verão.

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